Eu
assisti ao longa-metragem Planeta dos Macacos: O Confronto / Dawn of the Planet of the Apes (2014) no cinema!
Sou completamente apaixonado pela franquia que começou em 1968 e já
produziu 8 longas-metragens, 1 seriado para televisão e 1 série de
desenhos animados. Como fã estou muito satisfeito com a
revitalização da franquia iniciada em 2011. Na minha opinião os
novos filmes são inovadores e criativos! Na antiga franquia de 1968,
o roteiro determinava que aquele futuro distópico com macacos
evoluídos, tinha sido originado após uma explosão atômica. Já na
franquia de 2011 a evolução dos macacos ocorreu a partir da criação
da droga ALZ-112, que desencadeou a neurogênese, aumentando a
inteligência dos macacos. Enquanto o antigo longa-metragem focava no
medo de uma catástrofe nuclear, o novo foca no medo da manipulação
de vírus em laboratório. Para mim o grande mérito dos dois novos
filmes é trazer novamente a temática dos macacos para o cinema,
respeitando fatos importantes ocorridos na antiga franquia e
homenageando personagens clássicos.
A
história continua 10 anos após o término de Planeta dos Macacos: A
Origem. César (Andy Serkis) e os outros macacos atravessaram a ponte
da cidade de São Francisco e foram viver em paz na floresta. Grande
parte da população humana foi dizimada nesse período por causa de
um vírus, batizado de Vírus Símio, que era tão letal que a cada
500 humanos infectados somente 1 sobrevivia. A cidade estava em ruínas
e os humanos sobreviventes decidiram restabelecer a energia elétrica,
porém a usina hidrelétrica estava localizada justamente na floresta
dominada pelos macacos. O humano Malcolm (Jason Clarke) se ofereceu
para dialogar com César, o líder dos macacos, para pedir sua
autorização para que os humanos pudessem trabalhar naquele território.
Poucos minutos após entrar na floresta, Malcolm e seus amigos já
estavam cercados por um grupo enorme de macacos. Ele pediu para
conversar com César e já na presença do líder, o humano percebeu
a hostilidade de um grupo de macacos liderados por Koba (Toby
Kebbell), o melhor amigo do líder César.
No
longa-metragem Planeta dos Macacos: O Confronto, o diretor Matt
Reeves fez questão de mostrar a organização social e cultural dos
macacos. Graças a técnica de captura de movimentos, cada macaco
possui uma característica própria, que facilita sua identificação.
O roteiro foi perfeito ao mostrar que César possuía lembranças
afetivas de seu tutor Will Rodman (James Franco), que aparecia no
filme anterior e que provavelmente morreu infectado. Isso justificou
o perfil conciliador de César em relação ao humanos e embasou
todas as suas decisões como líder dos macacos. Outro ponto
importante do roteiro foi romper com estereótipos, porque existem
personagens bondosos e malvados, sejam eles humanos ou macacos! Nessa
sociedade caótica surgiram confrontos empolgantes que valorizaram
ainda mais a história do filme. Tantas qualidades credenciam o filme
como um dos melhores do Verão Americano 2014. Tentando imaginar como será o futuro dessa história, ficarei aguardando ansiosamente o desfecho da
franquia que chegará aos cinemas em 2017.
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